Conclusão
2º - O mais importante é reconhecer que no embrião há via e que essa vida vai desenvolver-se, a união de células que se vão desenvolvendo se não as interronpermos e deixar-mos que se realizem normalmente no tempo certo e a sequência exacta, o desenvolvimento não vai parar. ms se interrompermos isso, então pára, e não segue adiante.
É notável ver que neste processo a coordenacão, a continuidade e a gradualidade, dando certezas biológicas de que aí há vida. Tanto é assim que os ciêntistas estão a procurar células estaminais que só provem da vida humana, não se podem produzir a não seratravés de um ser humano.
3º - Ao activar o núcleo embrional, se cria um ser humano, para a igrija e pra a ciência há vida desde a concepção, e se há vida, há ser humano.
Os ciêntistas estão a criar embrões somente com o propósito se matá-los e colher as suas células.
4º - O facto de criar um clone para fins terapêuticos agrava o juízo, visto que não se pode criar um indivíduo para depois suprimi-lo em benefício de outro. Um embrião, ainda que tenha poucas células já é um ser humano. Na há homen nenhum nem autoridade humana que possa dispor livremente e de maneira deliberada de uma vida humana, e muito menos para depois destruí-la.
5º - Há boas intenções, como a cura de uma doença, mas pode ter efeitos negativos tais como a desvalorização da vida humana, o uso de embriões pa ra a clonagem é moralmente mal.
Justifica matar uma pessoa para salvar outra?



